Resolução CMN nº 3.627, de 30/10/2008
Em resumo: A Resolução CMN nº 3.627, de 30/10/2008, faculta a aplicação antecipada de procedimentos para classificação. Foi revogada pela Resolução CMN nº 3.673.
Resumo: A Resolução CMN nº 3.627 de 30/10/2008 faculta a aplicação antecipada de procedimentos para classificação, registro contábil e divulgação de operações de venda ou de transferência de ativos financeiros, conforme tratado na Resolução nº 3.533/2008. Posteriormente, foi revogada pela Resolução CMN nº 3.673/2008. A norma se baseia na Lei nº 4.595/1964, arts. 4º, incisos XI e XII, e 9º, e está vinculada às Resoluções CMN 3.533/2008 e 3.673/2008.
Situação: Revogada. Norma revogada pela Resolução CMN nº 3.673. Resolução CMN nº 3.673
Linha do tempo
- 30/10/2008 · Publicação Resolução CMN nº 3.627
- Revogada por Resolução CMN nº 3.673
Normas vinculadas
- Resolução CMN nº 3.673 · Revogou esta norma
- Resolução CMN nº 3.533
Sumário Executivo
A Resolução CMN nº 3.627, de 30 de outubro de 2008, trata da facultação da aplicação antecipada de procedimentos para classificação, registro contábil e divulgação de operações de venda ou de transferência de ativos financeiros, conforme previsto na Resolução nº 3.533/2008. A norma foi posteriormente revogada pela Resolução CMN nº 3.673/2008. Seu objetivo é proporcionar flexibilidade às instituições financeiras para anteciparem procedimentos de classificação e registro contábil de operações envolvendo ativos financeiros, alinhando-se às práticas contábeis e regulatórias vigentes. A resolução se aplica a todas as instituições autorizadas pelo Banco Central do Brasil, independentemente de seu segmento, e estabelece diretrizes para a correta classificação, registro e divulgação dessas operações, assegurando transparência e conformidade com as normas contábeis. A revogação pela Resolução 3.673/2008 indica uma atualização ou substituição das disposições anteriores, mantendo a relevância das normas contábeis e regulatórias para o sistema financeiro nacional.
Impacto Sistêmico
MÉDIO
O impacto é considerado médio, pois a norma introduz procedimentos específicos para classificação, registro contábil e divulgação de operações financeiras, exigindo ajustes nos sistemas e processos internos das instituições financeiras. A implementação requer atualização de sistemas de controle, treinamento de pessoal e revisão de fluxos de trabalho contábeis, mas não altera a estrutura fundamental do sistema financeiro.